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A Arábia Saudita anunciou ao mundo o seu novo mega-projecto, trata-se da KAEC – King Abdullah Economic City, num projecto que o reino saudita prevê estar concluído em 2025 e cuja orçamentação ascende aos 92 mil milhões de euros (por comparação: a dívida pública portuguesa ascende a mais de 200 mil milhões de euros), projecto que se propõe criar uma cidade alfa-global, com elevado nível de auto-produção, tudo isto graças à economia saudita baseada na extracção de petróleo, numa altura em que o mundo assiste a um recuo nos preços do petróleo.

 

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A união deve procurar minimizar a dependência energética, para se precaver e para que não tenham que ser os seus cidadãos a perder a dignidade humana para financiar os projectos bajuladores duma monarquia medieval em pleno século XXI.

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Afixado às 22:37

Confesso que não vi o Prós & Contras, tomei conhecimento, como muita gente que não havia visto o programa, pela imensa enxurrada de vídeos colocados nas redes sociais e comentados na blogoesfera.

  

Já muito se disse sobre o assunto, continuo a deter o mesmo pensamento, a alavancagem económica deve (e tem que) ser feita pelo nivelamento salarial, se não por cima, pelo menos pela média. A capitulação perante o ímpeto ultra-liberal de esvaziar por completo a noção humana do rendimento mínimo para a subsistência provoca desde logo a depauperização de todo o sistema económico, especialmente em épocas de crise e recessão.

  

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Afixado às 10:16


Noticia o público aqui


Qual será a razão dessa preferência?

Não será antes um sinal da qualidade do ensino da medicina? Pelo menos em parte se deverá à política da necessidade de médias elevadas no acesso a este curso, o que concordo. Senão vejamos, é diferente tratar um curso que lida directamente com a vida das pessoas do que tratar um curso genérico qualquer. Logo é normal essa política, mas, de facto, produzimos menos médicos do que a real necessidade do país, digo real porque há quem pense que a necessidade se deve regular pela capacidade financeira, nomeadamente no ministério de Paulo Macedo.

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Afixado às 17:13

Era uma vez uma país, um país como tantos outros, vivia na sombra duma passado distante e todos tinha orgulho nesse passado.

 

Mas, como em tudo na vida, um tempo de glória não faz um futuro e as pessoas viviam na ilusão de que os novos tempos se resumem a continuar a escrever a História com ligeiros retoques de modernismo.

 

Uns dizem "Vamos cortar com o passado?" e logo aparecia quem, com a eloquência galvanizada, afirmasse a pés juntos que "Um país que tanto fez não precisa de amarrotar o passado." "Retrógrados e velhos do Restelo!" são as pedras com as quais se lhes atiram os modernistas. "Ó senhores, este país não vai lá com modernices, isto requer é progressismo."

 

"Não! O que se faz necessário é modernismo, e à bruta, não vêem que estamos atrasados?" Porém, por acaso não será antiquado o progresso? E que história é essa do modernismo? Há quantos anos se fala no modernismo?

 

Perguntem às térmitas se elas discutem sobre o que é melhor, progredir ou modernizar? É que ainda o país não existia e já elas se organizavam e, podem apostar, quando o país desaparecer ficarão cá por muito mais tempo. Desperdiçam-se as forças em discussões inúteis, em metáforas como esta que escrevo, em progressos modernizantes e modernismos progressistas.

 

Era, portanto, uma vez uma país, um país chamado Portugal!

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Afixado às 14:14

 "Nós estamos aqui a dormir, algumas desde dia 1 [de Março], (...). Pusemos aqui [à entrada do Pavilhão Atlântico] as nossas mantas e as nossas malas (...). Tentamos arranjar aqui um cantinho para dormirmos (...)"
 "Tenho seis tatuagens para ele. (...) Tenho 15 anos."
 
É esta a geração que daqui por cinco anos irá ser a força activa do país, ou pelo menos, parte dela?
 
Quando se debate o estado do ensino em Portugal, os métodos pedagógicos, as técnicas e as condutas aplicar no seio da comunidade estudantil, o que resta da tradicional função familiar de educar as crianças para a vida? O que andam os pais a fazer para incutir nos filhos o sentido da responsabilidade, dos limites e mesmo da decência?
 

 

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Afixado às 10:59

Auto Ciclista

24.01.13

"Câmara de Lisboa compromete-se a ponderar outras medidas antes de optar pela segregação das bicicletas e vai deixar de construir ciclovias sobre os passeios" In: Jornal Público

Noticía o Jornal Público que a Câmara de Lisboa vai realizar obras nas avenidas da República e Fontes Pereira de Melo para melhorar a segurança dos ciclistas, numa altura onde se tem debatido o problema da falta de civismo de condutores e ciclistas, é uma boa notícia saber que no país se começa a olhar com preocupação para a realidade dos utentes das vias públicas, sejam eles peões, ciclistas ou condutores.

 

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Afixado às 12:43



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